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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Não foi erro, foi roubo - Vídeo

Há lances em que as decisões erradas da arbitragem se aceitam como erros (quase inevitáveis) para quem tem tarefa tão difícil. Por exemplo, dada a posição em que estavam, acredito que nenhum dos árbitros tenha visto que Doumbia marcou com o cotovelo. Mas há outras decisões erradas que são intencionais. Ontem houve duas: o golo anulado a Slimani e a gestão do tempo de compensação.

- Golo anulado a Slimani


O vídeo não esclarece se a bola ultrapassa completamente a linha de fundo ou não, mas repare-se no movimento do árbitro assistente:
Quando o canto é marcado, ele está alinhado com a linha de fundo, mas logo que a bola é batida, começa a dirigir-se mais para dentro de campo. No vídeo já não se vê o momento em que levanta a bandeirola, mas é certo que, quando o fez, já não estava na posição ideal para ver o lance. De resto, é muito estranho que, estando a ver a bola na iminência de ultrapassar a linha, ele tenha decidido andar para o lado, em vez de ficar no local onde estava no início, que seria o ideal para julgar o lance. Não ficou lá, porque, provavelmente, nem estava a olhar para a bola, estava a olhar para o defesa que está no primeiro poste do CSKA, para se alinhar com ele.

Há uma câmara que, certamente, permitiria esclarecer todas as dúvidas, mas a realização achou que era melhor não a utilizar:
Esta câmara estava na linha de fundo e ali ficou do princípio ao fim da jogada. A realização tem as imagens que permitem esclarecer se a bola saiu. Não querem mostrar.

Tempo de descontos:
O árbitro deu 4 minutos de descontos. João Mário fez falta aos 91:08 (1.ª imagem), Musa foi assistido (2ª imagem), e o jogo só recomeçou aos 92:34 (3.ª imagem) - 1 minuto e 26 segundos de paragem que, segundo as regras, deveriam ser compensados.

Além disso, foi ainda feita uma substituição durante os descontos, o que deveria dar direito a mais 30 segundos de compensação:
 Apesar disso, o árbitro terminou o jogo aos 94:19.


Seria muito difícil que o Sporting conseguisse o golo de que precisava, mesmo que o árbitro tivesse dado os dois minutos a mais que deveria ter dado, (até porque já estava a jogar com 10 elementos), mas esta é uma decisão errada e, claramente, intencional por parte do árbitro.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Hipocrisia em formato capa de jornal

Na capa d'A Bola de hoje a imagem escolhida é a do lance do penálti não assinalado a favor do Sporting e o jornal diz que:
- Leão impõe-se a russos e árbitros
- Sporting resistiu a armadilhas
- Dois penalties de Vasilli Berezutski, o segundo escandaloso, passaram em claro

No passado sábado, depois de o Sporting ter sofrido um golo marcado em fora-de-jogo e com a mão, A Bola não fez qualquer referência a esse lance na capa, apesar de ter dado eco às declarações de Vítor Paneira que falou em "Lançamento efetuado três metros dentro do campo".







Já o Record, referiu tanto o golo irregular do Tondela, como o do Sporting. Até aqui tudo normal. O que espanta é o tom usado para a capa de hoje. O jornal chama, abertamente, "Bandido" ao árbitro turco, que "fez vista grossa a três lances de penálti!!!" (assim, com um ponto de exclamação por cada penálti referido pelo jornal.)



Alguma vez o Record apelidaria um árbitro português de bandido? Chamaram bandido ao Capela, depois daquela célebre exibição na Luz? Chamaram bandido a Augusto Duarte, Jacinto Paixão, Pinto da Costa, entre outros, depois de ouvir as provas de que são, de facto, bandidos?

Não, em Portugal não há corrupção. No final, os erros são iguais para todos, os três grandes são os mais beneficiados, etc. Lá fora, aí sim, podemos todos insinuar que há corrupção, acusar árbitros, dirigentes, etc, e dizer que tudo é propositado, porque Portugal é um país pequeno e com pouca influência.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Patrício responde a Rui Gomes da Silva



Na segunda-feira, enquanto passavam as imagens do golo do Tondela, Rui Gomes da Silva reconheceu, timidamente, que o golo foi marcado com a mão e em fora-de-jogo, mas rapidamente quis mudar de assunto, optando por criticar Rui Patrício. O sempre divertido comentador benfiquista afirmou que “se não jogasse com o Patrício, [o Sporting] tinha mais hipóteses de ganhar mais jogos.” (...) “Eu o ano passado gostava do Fabiano. Não vou ter as mesmas alegrias na baliza do Porto, agora, pelo menos a baliza do Sporting continua a dar-me garantias”.
 
Patrício respondeu no dia seguinte.