quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O 11 para o Bessa

Teo ou Montero?
Mané ou Ruiz ou Gelson?
Esgaio ou João Pereira?

Confio totalmente em Jorge Jesus para esta escolha, mas lembro que este jogo vai ser de fato-macaco e não tanto de nota artística. O Boavista tem uma equipa à imagem do seu treinador quando jogava, muita garra e pouca técnica e apesar de sermos muito superiores temos de nos adaptar dentro do nosso estilo a este tipo de jogos.

Eu avançaria com o seguinte 11:

Rui Patrício
Esgaio, Paulo Oliveira, Naldo e Jefferson
Gelson, Adrien, João Mário e Mané
Teo e Slimani

Deixaria Aquilani, Ruiz e Montero para as eventualidades do jogo e William pronto para ganhar ritmo.




terça-feira, 22 de setembro de 2015

Assim se fazem campeões!!

Não foi a exibição esperada, mas veio o que todos esperávamos e veio o que era realmente necessário: 3 pontos!

3 pontos que nos colocam na liderança repartida, à 5ª jornada e com 3 jogos fora temos 13 pontos, os mesmos que o Porto e mais 4 do que o Benfica, sendo que estes, ao contrário de nós, têm mais jogos em casa.
É muito importante encararmos os próximos 2 jogos como duas finais, ganhar 6 pontos e depois ter tempo para recuperar níveis físicos e tácticos durante a paragem de 2 semanas do campeonato. Recuperar Ewerton e William e ir à Luz com 19 pontos, na liderança (preferencialmente isolada!) e com a ambição de dar a estocada final no Benfica e logo à 8ª jornada.

A nós compete-nos fazer o que fizémos ontem, apoiar até ao fim e acreditar! São nestes jogos que se fazem os campeões!

Positivo:

- Publico de Alvalade - em quantidade para uma 2ª feira às 21h e em qualidade: apoio até ao último minuto.
- As entradas de Mané, Montero e A. Martins (!!!)
- A ansiedade da equipa era notória mas não se entrou em desespero de chuveirinho e o golo provou que essa não é a solução
- Rui Patrício já percebeu que com esta defesa subida tem de ser líbero
- A entrada na 1ª e 2ª parte que, só por acaso, algum azar e alguma nabice não resultaram em golos

Negativo:

- Finalização - tanta semi oportunidade desperdiçada, remates fracos dentro da área (assim de repente lembro-me de Adrien, Montero, Slimani, Gelson...)
- Defesa Direito - Esgaio e João Pereira não dão segurança a defender, nem criam desequilíbrios a atacar, que saudades de Cedric
- Quantidade de cantos e cruzamentos mal tirados, assustador
- Bryan Ruiz - faz lembrar o Pedro Barbosa, mas ainda não se aproximou nem de perto nem de longe do nosso Pedro, más decisões, muito lento, a rever

Gostava mesmo que me explicassem

Tenho que começar por dizer que sou a favor da utilização de todas as tecnologias que possam ajudar os árbitros a decidir. Se o desporto é uma forma de competição, em que se tenta ver quem é o melhor, faz-me confusão que não se use tudo aquilo que se pode para maximizar a probabilidade de o melhor em cada jogo ganhá-lo. Dizer que o erros dos árbitros fazem parte dos jogos é subverter completamente o espírito de um jogo de futebol, que é sobre as equipas que o jogam. A presença do árbitro é um mal necessário e ninguém vê (ou é suposto ver) um jogo porque quer seguir a prestação do árbitro.

Mas percebo que tecnologias como o vídeo-árbitro ou um sensor que detete foras-de-jogo não sejam muito fáceis de introduzir, não só porque podem mudar muito a dinâmica de um jogo, como também porque podem implicar custos elevados. Acho que vão acabar por ser introduzidos e espero que isso não demore muito a acontecer, mas posso perceber que haja argumentos que expliquem porque é que ainda não aconteceu.

Só que sinceramente não consigo perceber porque é que ainda não se introduziu uma regra que, para mim, é óbvia e que representa uma mudança com a qual todos devem concordar: a cronometragem. Corrijam-me se estiver enganado, mas acho que em todos os desportos com tempo definido, menos no rugby (e mesmo nesse, o jogo não pára muito e os descontos de tempo estão bem definidos), joga-se exatamente o tempo que está definido e para isso até se poderia usar uma aplicação que todos os telemóveis têm, um cronómetro. Os custos de introdução são ridiculamente baixos e os benefícios, para mim, são enormes: diminui-se o incentivo para a perda de tempo (não desaparece, porque ainda pode interessar cortar o ritmo de jogo) e joga-se o tempo que é suposto e não o tempo que a equipa que está mais interessada no resultado deixa que se jogue. Ou seja, torna-se o futebol mais capaz de premiar quem mostra ser melhor no desporto e não quem mostra ser mais desonesto.

Claro que a duração do jogo não pode ser 90 minutos, porque já percebemos que os jogadores não aguentam tanto tempo de jogo útil. Mas é estudar um tempo razoável (a minha aposta é 60 minutos) e torná-lo regra. Depois, sempre que o árbitro apita para marcar uma falta ou a bola sai de campo, o responsável pela cronometragem pára o relógio e só o reativa quando o jogo recomeçar. Não pode ser muito diferente do que se passa no futsal, por exemplo.

Mais escandaloso do que esta mudança ainda não ter acontecido é nem sequer se ouvir falar dessa possibilidade. Alguém me pode explicar porquê?


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

A influência de Carrillo.

Entre assistências e golos, Carrillo participou em 25 golos na época passada (18 assistências e 7 golos) em todas as competições, sendo o jogador mais influente na participação directa dos nossos golos.

Nani, Slimani e Montero aparecer em 2º lugar, todos com participação em 20 golos.


Não sei se Carrillo deve ou não deve jogar com a sua situação contratual, até porque não tenho todos os dados das negociações, mas o que a muitos andam a dizer que Carrillo é lento, não tem atitude, não é assim tão influente, aqui está a resposta.


Com o afastamento de Carrillo podemos estar a ganhar o futuro e a coerência, mas estamos claramente a perder desportivamente.







sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Há dias que...

... não me apetece dizer nada e hoje é um deles.

Mas o que mais me irrita, é a quantidade de sportinguistas que aproveita um mau resultado para atirar a baixo todo o bom trabalho que tem vindo a ser feito. Mais irritado fico, por aqueles que parecem ficar contentes com estes resultados, mesmo fingindo que não, porque são antis deste ou daquele.

Notas Soltas:

- Rui Patrício volta a demonstrar muita fragilidade para saír da baliza e com esta táctica com a defesa subida, é grave.
- Tobias tem muita relva para comer, em Janeiro e voltando Ewerton deveria ir rodar, muitos erros e infantis.
- Adrien/Aquilani não dão dinâmica ao meio campo como dá João Mário, a rever por JJ.
- Mané é bom, mas cada vez mais é bom para defesas cansadas. Gelson tem que crescer.
- Montero, não me apetece escrever, tal como a ele não apetece esforçar.

Não esperava melhor, pois com tantas alterações e com o caso Carrillo em alta, é normal que a equipa se ressinta, agora é recuperar, porque na 2ª feira temos um jogo que nos levará para a liderança, partilhada ou não, mas com a oportunidade de ganhar pontos aos rivais.

FORÇA SPORTING!

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Jorge Jesus tem a palavra...

O nosso melhor reforço de Verão foi, sem dúvida, Jorge Jesus. Sempre me impressionou a sua capacidade táctica e mental, tendo apenas reservas no seu ego demasiado alto, mas fiquei eufórico com a sua contratação.

Mas o que mais me impressionou em Jorge Jesus era a capacidade de perder os melhores e manter o ritmo da equipa como se ninguém tivesse saído, principalmente quando perdeu Javi e Matic, posições chave na sua táctica, acho que ainda não estamos melhor porque Adrien nunca será 6 e assim que regressar William iremos crescer de uma forma incrível.

E se, efectivamente, Carrillo não voltar a jogar pelo Sporting, conseguirá Jorge Jesus manter o ritmo? Não me esqueço que os extremos são peças fundamentais no seu tipo de jogo e que nestes anos todos em que venceu ou andou perto de vencer tinha sempre extremos fantásticos e muito acima do nível do campeonato português, conseguindo sempre substituir por alguém do mesmo nível. Serão Gelson e Mané mesmo nas mãos de Jorge Jesus capazes de enfrentar toda uma época a titulares? Parece-me que ficámos curtos e fico preocupado, porque vejo Jorge Jesus muito mais capaz de "trabalhar" um 6, um 8, um 10, um 9, do que os extremos.

Como iremos reagir a este contratempo? Jorge Jesus conseguirá, mais uma vez, fazer esquecer um dos titulares indiscutíveis?

A resposta começa já hoje, num estádio que estará com uma assistência fraca, o que me deixa chateado, porque um dos nossos objectivos deve ser estar em Basileia, pelo prestígio, pela motivação e pelos pontos que ganhamos para nos próximos anos não termos problemas nos potes/cabeças de série, pois a continuar assim não tenho dúvidas que andaremos sempre na Champions.

Nota: Tenho alguma dúvida que Carrillo esteja realmente encostado e não me admirava de o ver no 11 na 2ª feira, com ou sem renovação.

A prova de que a culpa não foi do Casillas