Estive a ver o Prolongamento e voltei a ver uma confusão que já vi ser feita muitas vezes e que continua a ser. E até o Carlos Dolbeth a fez.
É verdade que a maior parte dos fundos escondem muitas ilegalidades, que têm origens que não se conhecem, que fazem investimentos sem risco nenhum (que fica todo no lado dos clubes), que pioram a situação financeira de muitos clubes (que pagam ordenados muito altos e não ganham quase nada com as transferências) e que impedem muitos jogadores escolher os clubes onde querem jogar.
Mas NÃO É porque os fundos são ilegais ou inéticos que o Sporting denunciou o contrato com a Doyen. O Sporting denunciou o contrato com a Doyen porque, no caso específico do Rojo, o fundo teve comportamentos que, na opinião do Sporting, violaram o contrato que foi assinado entre o clube e o fundo. Está tudo explicado neste comunicado.
Se o que está lá escrito aconteceu mesmo e, se sim, se isso chega para dar razão ao Sporting neste caso, vamos ver. Mas é muito importante perceber que o argumento do Sporting para denunciar um contrato que assinou de livre vontade não é "os fundos são maus". É "achamos que este fundo se comportou de forma a violar o contrato que ambos assinámos de livre vontade". Se faz favor, lembrem-se disto sempre que discutirem este caso. Era isto.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Parabéns SPORTING!
(Edito este post, porque estas palavras têm de ser juntas a este post)
Grande vitória no Hóquei ontem por 4-2, contra tudo e contra todos. Jogámos com 3 jogadores alguns minutos, marcaram livres directos e penalties, mas não conseguiram tirar-nos a vitória!
Esta Supertaça é mais um momento histórico do enorme crescimento do Hóquei do Sporting e que nos orgulha a todos! Queremos ser um clube vencedor e as Supertaças têm vindo cá parar, a maioria via vitória/finalista da Taça, para o ano queremos as Supertaças mas via vitória nos vários campeonatos... de Futebol, Futsal, Hóquei, Andebol!
PARABÉNS SPORTING!
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
4 penáltis em 5 jornadas. É muito? - Vídeo
Vamos na 5.ª jornada e o Sporting já leva 4 penáltis assinalados a seu favor. Pegando nesse facto, já anda por aí muita gente a querer usar isso como argumento para explicar um suposto benefício ao Sporting.
4 penáltis em 5 jogos é uma média muito elevada, mas não significa que esteja errada. Tal como 4 amarelos ao Maxi em 5 jogos é uma média muito elevada, mas que não está errada. Aliás, em ambos os casos, até me parece que a média devia ser mais elevada ainda.
Só nestas 5 jornadas,
conto 9 lances de penálti para o Sporting. Admito que possa haver
interpretações diferentes nalguns dos lances, mas acho que toda a gente concordará que, dos 9, há mais de 4 que deveriam ter dado penálti.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
O 11 para o Bessa
Teo ou Montero?
Mané ou Ruiz ou Gelson?
Esgaio ou João Pereira?
Confio totalmente em Jorge Jesus para esta escolha, mas lembro que este jogo vai ser de fato-macaco e não tanto de nota artística. O Boavista tem uma equipa à imagem do seu treinador quando jogava, muita garra e pouca técnica e apesar de sermos muito superiores temos de nos adaptar dentro do nosso estilo a este tipo de jogos.
Eu avançaria com o seguinte 11:
Rui Patrício
Esgaio, Paulo Oliveira, Naldo e Jefferson
Gelson, Adrien, João Mário e Mané
Teo e Slimani
Deixaria Aquilani, Ruiz e Montero para as eventualidades do jogo e William pronto para ganhar ritmo.
Mané ou Ruiz ou Gelson?
Esgaio ou João Pereira?
Confio totalmente em Jorge Jesus para esta escolha, mas lembro que este jogo vai ser de fato-macaco e não tanto de nota artística. O Boavista tem uma equipa à imagem do seu treinador quando jogava, muita garra e pouca técnica e apesar de sermos muito superiores temos de nos adaptar dentro do nosso estilo a este tipo de jogos.
Eu avançaria com o seguinte 11:
Rui Patrício
Esgaio, Paulo Oliveira, Naldo e Jefferson
Gelson, Adrien, João Mário e Mané
Teo e Slimani
Deixaria Aquilani, Ruiz e Montero para as eventualidades do jogo e William pronto para ganhar ritmo.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Assim se fazem campeões!!
Não foi a exibição esperada, mas veio o que todos esperávamos e veio o que era realmente necessário: 3 pontos!
3 pontos que nos colocam na liderança repartida, à 5ª jornada e com 3 jogos fora temos 13 pontos, os mesmos que o Porto e mais 4 do que o Benfica, sendo que estes, ao contrário de nós, têm mais jogos em casa.
É muito importante encararmos os próximos 2 jogos como duas finais, ganhar 6 pontos e depois ter tempo para recuperar níveis físicos e tácticos durante a paragem de 2 semanas do campeonato. Recuperar Ewerton e William e ir à Luz com 19 pontos, na liderança (preferencialmente isolada!) e com a ambição de dar a estocada final no Benfica e logo à 8ª jornada.
A nós compete-nos fazer o que fizémos ontem, apoiar até ao fim e acreditar! São nestes jogos que se fazem os campeões!
Positivo:
- Publico de Alvalade - em quantidade para uma 2ª feira às 21h e em qualidade: apoio até ao último minuto.
- As entradas de Mané, Montero e A. Martins (!!!)
- A ansiedade da equipa era notória mas não se entrou em desespero de chuveirinho e o golo provou que essa não é a solução
- Rui Patrício já percebeu que com esta defesa subida tem de ser líbero
- A entrada na 1ª e 2ª parte que, só por acaso, algum azar e alguma nabice não resultaram em golos
Negativo:
- Finalização - tanta semi oportunidade desperdiçada, remates fracos dentro da área (assim de repente lembro-me de Adrien, Montero, Slimani, Gelson...)
- Defesa Direito - Esgaio e João Pereira não dão segurança a defender, nem criam desequilíbrios a atacar, que saudades de Cedric
- Quantidade de cantos e cruzamentos mal tirados, assustador
- Bryan Ruiz - faz lembrar o Pedro Barbosa, mas ainda não se aproximou nem de perto nem de longe do nosso Pedro, más decisões, muito lento, a rever
3 pontos que nos colocam na liderança repartida, à 5ª jornada e com 3 jogos fora temos 13 pontos, os mesmos que o Porto e mais 4 do que o Benfica, sendo que estes, ao contrário de nós, têm mais jogos em casa.
É muito importante encararmos os próximos 2 jogos como duas finais, ganhar 6 pontos e depois ter tempo para recuperar níveis físicos e tácticos durante a paragem de 2 semanas do campeonato. Recuperar Ewerton e William e ir à Luz com 19 pontos, na liderança (preferencialmente isolada!) e com a ambição de dar a estocada final no Benfica e logo à 8ª jornada.
A nós compete-nos fazer o que fizémos ontem, apoiar até ao fim e acreditar! São nestes jogos que se fazem os campeões!
Positivo:
- Publico de Alvalade - em quantidade para uma 2ª feira às 21h e em qualidade: apoio até ao último minuto.
- As entradas de Mané, Montero e A. Martins (!!!)
- A ansiedade da equipa era notória mas não se entrou em desespero de chuveirinho e o golo provou que essa não é a solução
- Rui Patrício já percebeu que com esta defesa subida tem de ser líbero
- A entrada na 1ª e 2ª parte que, só por acaso, algum azar e alguma nabice não resultaram em golos
Negativo:
- Finalização - tanta semi oportunidade desperdiçada, remates fracos dentro da área (assim de repente lembro-me de Adrien, Montero, Slimani, Gelson...)
- Defesa Direito - Esgaio e João Pereira não dão segurança a defender, nem criam desequilíbrios a atacar, que saudades de Cedric
- Quantidade de cantos e cruzamentos mal tirados, assustador
- Bryan Ruiz - faz lembrar o Pedro Barbosa, mas ainda não se aproximou nem de perto nem de longe do nosso Pedro, más decisões, muito lento, a rever
Gostava mesmo que me explicassem
Tenho que começar por dizer que sou a favor da utilização de todas as tecnologias que possam ajudar os árbitros a decidir. Se o desporto é uma forma de competição, em que se tenta ver quem é o melhor, faz-me confusão que não se use tudo aquilo que se pode para maximizar a probabilidade de o melhor em cada jogo ganhá-lo. Dizer que o erros dos árbitros fazem parte dos jogos é subverter completamente o espírito de um jogo de futebol, que é sobre as equipas que o jogam. A presença do árbitro é um mal necessário e ninguém vê (ou é suposto ver) um jogo porque quer seguir a prestação do árbitro.
Mas percebo que tecnologias como o vídeo-árbitro ou um sensor que detete foras-de-jogo não sejam muito fáceis de introduzir, não só porque podem mudar muito a dinâmica de um jogo, como também porque podem implicar custos elevados. Acho que vão acabar por ser introduzidos e espero que isso não demore muito a acontecer, mas posso perceber que haja argumentos que expliquem porque é que ainda não aconteceu.
Só que sinceramente não consigo perceber porque é que ainda não se introduziu uma regra que, para mim, é óbvia e que representa uma mudança com a qual todos devem concordar: a cronometragem. Corrijam-me se estiver enganado, mas acho que em todos os desportos com tempo definido, menos no rugby (e mesmo nesse, o jogo não pára muito e os descontos de tempo estão bem definidos), joga-se exatamente o tempo que está definido e para isso até se poderia usar uma aplicação que todos os telemóveis têm, um cronómetro. Os custos de introdução são ridiculamente baixos e os benefícios, para mim, são enormes: diminui-se o incentivo para a perda de tempo (não desaparece, porque ainda pode interessar cortar o ritmo de jogo) e joga-se o tempo que é suposto e não o tempo que a equipa que está mais interessada no resultado deixa que se jogue. Ou seja, torna-se o futebol mais capaz de premiar quem mostra ser melhor no desporto e não quem mostra ser mais desonesto.
Claro que a duração do jogo não pode ser 90 minutos, porque já percebemos que os jogadores não aguentam tanto tempo de jogo útil. Mas é estudar um tempo razoável (a minha aposta é 60 minutos) e torná-lo regra. Depois, sempre que o árbitro apita para marcar uma falta ou a bola sai de campo, o responsável pela cronometragem pára o relógio e só o reativa quando o jogo recomeçar. Não pode ser muito diferente do que se passa no futsal, por exemplo.
Mais escandaloso do que esta mudança ainda não ter acontecido é nem sequer se ouvir falar dessa possibilidade. Alguém me pode explicar porquê?
Mas percebo que tecnologias como o vídeo-árbitro ou um sensor que detete foras-de-jogo não sejam muito fáceis de introduzir, não só porque podem mudar muito a dinâmica de um jogo, como também porque podem implicar custos elevados. Acho que vão acabar por ser introduzidos e espero que isso não demore muito a acontecer, mas posso perceber que haja argumentos que expliquem porque é que ainda não aconteceu.
Só que sinceramente não consigo perceber porque é que ainda não se introduziu uma regra que, para mim, é óbvia e que representa uma mudança com a qual todos devem concordar: a cronometragem. Corrijam-me se estiver enganado, mas acho que em todos os desportos com tempo definido, menos no rugby (e mesmo nesse, o jogo não pára muito e os descontos de tempo estão bem definidos), joga-se exatamente o tempo que está definido e para isso até se poderia usar uma aplicação que todos os telemóveis têm, um cronómetro. Os custos de introdução são ridiculamente baixos e os benefícios, para mim, são enormes: diminui-se o incentivo para a perda de tempo (não desaparece, porque ainda pode interessar cortar o ritmo de jogo) e joga-se o tempo que é suposto e não o tempo que a equipa que está mais interessada no resultado deixa que se jogue. Ou seja, torna-se o futebol mais capaz de premiar quem mostra ser melhor no desporto e não quem mostra ser mais desonesto.
Claro que a duração do jogo não pode ser 90 minutos, porque já percebemos que os jogadores não aguentam tanto tempo de jogo útil. Mas é estudar um tempo razoável (a minha aposta é 60 minutos) e torná-lo regra. Depois, sempre que o árbitro apita para marcar uma falta ou a bola sai de campo, o responsável pela cronometragem pára o relógio e só o reativa quando o jogo recomeçar. Não pode ser muito diferente do que se passa no futsal, por exemplo.
Mais escandaloso do que esta mudança ainda não ter acontecido é nem sequer se ouvir falar dessa possibilidade. Alguém me pode explicar porquê?
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