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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Ondas verde e vermelha em Aveiro

O Arouca, segundo comunicado do próprio clube, optou por jogar com o Benfica em Aveiro, porque "não poderia deixar passar a oportunidade de obter uma receita muito mais qualitativa e quantitativa". Ao contrário do que aconteceu na época 2013-14, em que o Arouca-Benfica também foi em Aveiro, devido a uns alegados conflitos entre o clube e a Câmara Municipal, desta vez, a decisão é totalmente transparente e regulamentar, porque, entretanto, a Liga decidiu que todos os clubes podem, até um limite de cinco vezes, utilizar um segundo estádio para os seus jogos.

Percebo que se critique o Arouca pela decisão tomada, mas parece-me que a mesma é perfeitamente compreensível. Relativamente ao Benfica, não há nada a apontar. A crítica que há a fazer é à Liga, por criar um regulamento que permite aos clubes abdicarem de uma vantagem a que têm direito (jogar em casa) para receberem mais dinheiro.

O que se espera agora é que o Arouca tome a mesma decisão relativamente a Porto e Sporting. Ouve-se muitas vezes dizer que só o Benfica é que enche estádios, mas estas duas semanas foram boas para verificar que isso não é verdade. O Tondela-Sporting teve 22003 adeptos nas bancadas e o Arouca-Benfica teve 23540, apenas mais 1500, sendo que o Sporting jogou a uma sexta-feira e o Benfica no domingo (à noite, o que também não é o horário ideal).

Claro que, depois, o Braga, se tiver de ir a Arouca, poder-se-á queixar porque não estará a competir nas mesmas condições que os três grandes. E se o Braga também jogar em Aveiro, poder-se-ão queixar o Vitória, o Belenenses, o Paços, etc. Por isso é que esta regra não devia existir, a competição devia ser igual para todos sempre que possível.



P.S. - Segundo julgo saber, o Tondela-Sporting jogou-se em Aveiro porque o estádio do Tondela ainda não está pronto para receber jogos da 1.ª Liga, mas não me surpreenderia se tivessem tomado a mesma decisão que o Arouca e que a venham a tomar com os outros grandes. Nesse caso, aplica-se o mesmo que disse relativamente ao Arouca, naturalmente.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Hipocrisia em formato capa de jornal

Na capa d'A Bola de hoje a imagem escolhida é a do lance do penálti não assinalado a favor do Sporting e o jornal diz que:
- Leão impõe-se a russos e árbitros
- Sporting resistiu a armadilhas
- Dois penalties de Vasilli Berezutski, o segundo escandaloso, passaram em claro

No passado sábado, depois de o Sporting ter sofrido um golo marcado em fora-de-jogo e com a mão, A Bola não fez qualquer referência a esse lance na capa, apesar de ter dado eco às declarações de Vítor Paneira que falou em "Lançamento efetuado três metros dentro do campo".







Já o Record, referiu tanto o golo irregular do Tondela, como o do Sporting. Até aqui tudo normal. O que espanta é o tom usado para a capa de hoje. O jornal chama, abertamente, "Bandido" ao árbitro turco, que "fez vista grossa a três lances de penálti!!!" (assim, com um ponto de exclamação por cada penálti referido pelo jornal.)



Alguma vez o Record apelidaria um árbitro português de bandido? Chamaram bandido ao Capela, depois daquela célebre exibição na Luz? Chamaram bandido a Augusto Duarte, Jacinto Paixão, Pinto da Costa, entre outros, depois de ouvir as provas de que são, de facto, bandidos?

Não, em Portugal não há corrupção. No final, os erros são iguais para todos, os três grandes são os mais beneficiados, etc. Lá fora, aí sim, podemos todos insinuar que há corrupção, acusar árbitros, dirigentes, etc, e dizer que tudo é propositado, porque Portugal é um país pequeno e com pouca influência.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Primeiro amarelo de 2015-16

Carlos Xistra parecia querer retardar ao máximo a exibição do primeiro
cartão amarelo do campeonato e, muito pedagogicamente, vimo-lo avisar os
jogadores do Tondela uma, duas, três vezes... Aos 52 minutos, cansado
de tanto avisar os jogadores do Tondela, decidiu exibir (corretamente) o
amarelo a Adrien Silva.

O primeiro cartão mostrado a homens do Tondela seria aos... 95 minutos.